Não vamos enlouquecer, nem nos matar, nem desistir. Pelo contrário: vamos ficar ótimos e incomodar bastante ainda.
Só é forte quem consegue se mostrar fraco.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
hematomas. parte II.
João largou a cachaça. Largou não. Trocou o vicio alcoólico por pacotes de bibs de banana. Passou a prestar atenção na família. Doou sua coleção de antiguidades a uma creche de crianças carentes. Dormia cedo e acordava cedo. Ao menos tentava. Seguidas manhãs ele se perdia pelos lençóis de Raquel. Esta, quando despertava do sono, cheirava toda a parte da cama que recebera o corpo de João. Trepava pelo nariz. Satisfazia-se só com a lembrança dos dois ali.
Quando mais tarde se encontravam, dividiam suas peculiaridades. Não era mais apenas o sexo desprotegido e violento que prendia os dois. Havia algo novo. Algo que nenhum dos dois jamais havia experimentado. Aprenderam a lidar com o tempo e com o cotidiano. Descontruiram tudo. As paisagens, o romantismo, a tpm.
Raquel passou a beber mais e a fumar. João começou a se achar gordo. Acabaram por trocar as casas, as malas e os sonhos. Descobriram novas brincadeiras, experimentaram novas posições para que Raquel gozasse, juraram fidelidade diária. Secretamente, ele fingia dormir, apenas pra ficar mais tempo olhando pros cabelos dela, sempre cheirosos, abraçados no travesseiro. Ela, por sua vez, gostava de raspar as unhas sobre as costas nuas dele. Escrevia nelas tudo o que queria dizer e não tinha coragem.
Os dois aprenderam a não discutir. O silencio era confortante. A fala depois do vácuo, o beijo depois da distancia e o abraço depois do choro, fazia cada segundo valer a pena.
Na cama? Bom, acho que já falei.
Eram dois despudorados.
Quando mais tarde se encontravam, dividiam suas peculiaridades. Não era mais apenas o sexo desprotegido e violento que prendia os dois. Havia algo novo. Algo que nenhum dos dois jamais havia experimentado. Aprenderam a lidar com o tempo e com o cotidiano. Descontruiram tudo. As paisagens, o romantismo, a tpm.
Raquel passou a beber mais e a fumar. João começou a se achar gordo. Acabaram por trocar as casas, as malas e os sonhos. Descobriram novas brincadeiras, experimentaram novas posições para que Raquel gozasse, juraram fidelidade diária. Secretamente, ele fingia dormir, apenas pra ficar mais tempo olhando pros cabelos dela, sempre cheirosos, abraçados no travesseiro. Ela, por sua vez, gostava de raspar as unhas sobre as costas nuas dele. Escrevia nelas tudo o que queria dizer e não tinha coragem.
Os dois aprenderam a não discutir. O silencio era confortante. A fala depois do vácuo, o beijo depois da distancia e o abraço depois do choro, fazia cada segundo valer a pena.
Na cama? Bom, acho que já falei.
Eram dois despudorados.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Leminski`s do dia. Ou da noite.
a noite - enorme
tudo dorme
menos teu nome.
Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.
tudo dorme
menos teu nome.
Apagar-me
diluir-me
desmanchar-me
até que depois
de mim
de nós
de tudo
não reste mais
que o charme.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
grito.
AAAAAhhhhhhhhhhhhhhAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhHHHHHHHHHHHHHaaaaaaaaaaaaaaaaaaaHHHHHHHHHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
Assistam A Bela Junie.
Louis Garrel.
Música Francesa.
História de amor sem final feliz.
é o que eu precisava.
remédio pra alma.
além do teu silêlncio.
obvio.
Assistam A Bela Junie.
Louis Garrel.
Música Francesa.
História de amor sem final feliz.
é o que eu precisava.
remédio pra alma.
além do teu silêlncio.
obvio.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
pra te encontrar aqui.
Caralho. Eu quebrei a porra da letra v do meu teclado. O ctrl v fica inutilizado e eu só consigo copiar. O colar perde todo o sentido. Além disso, coloquei um incenso forte aqui no quarto pra não ter perigo da minha mãe sentir o cheiro do cigarro, já que tu, meu álibi, se afundou nas tarefas universitárias e esqueceu que eu precisava saciar minhas vontades no teu corpo. Passo o fim da noite escutando músicas de mulherzinhas do passado. Destinys Child, Cristina Aguilera, Toni Braxton, TLC, Spice Girls e por ai vai. Chega a ser engraçado. Eu aqui, pensando em explodir de excitação, paixão, tesão e tu ali, na tua introspecção caótica, submerso na luz do teu quarto que me reflete na janela. Ai eu fico olhando o cinzeiro enquanto seu conteúdo aumenta, falando com meninos que acham que me conhecem e tentam ganhar um pouquinho de atenção falando de cinema e teatro e música e me convidam pra visitar suas casas e eu nego porque era contigo que eu queria estar. Será que é muito difícil entender que eu ando de peito aberto, sangrando toda minha paixão e que quando eu gosto, eu me atiro no trilho descarrilado e só paro depois de atropelar centenas de vidas. Eu gosto disso. De viver intensamente as relações. Porque eu não sei quando pode vir um novo trem. Tu sabe que eu estou sempre de malas prontas nas estações. E mesmo que eu trema as pernas, sempre sou impulsionada a novidade. Deve ser por isso que achei bom tu ter “esquecido” de dizer que estaria cansado demais pra vir até aqui. Me fez refletir sobre a grandeza da solidão. E garoto, ela é imensa. Tão imensa quanto o medo. Esse que tu sente quando teu olhar se cruza com o meu por mais de 30 segundos. escrever me ressucita. só morro mesmo de amor.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
quando é bom a gente fala.
Hoje foi um dia inusitado. Decidida, comprei um livro. Maravilhoso. Fui convidada pra ser atriz de um VT de lubrificante. Dormi por 40 minutos no ônibus. É quase inaceitável o tempo que o T9 roda pela cidade. Comprei um doce delicia. Encontrei velhos amigos. Conheci um novo terapeuta e chorei falando da vida. Dancei na chuva. Pensei em ti mais do que eu gostaria. Vi uma peça linda. Chorei ouvindo Billie Holiday. Pensei em ti um pouco mais e lacrimejei meu orgulho ao ti ver tão lindo. Ou te imaginar tão lindo. Passei o dia vestida como uma colegial londrina. Fumei mais do que eu gostaria. Comprei uma passagem por 5 euros de Paris pra Barcelona. Escutei Belchior sem parar. Pensei em voar pelo vento e encontrar uma nova razão de vida em um lugar bem diferente. Vi um menino no ônibus. Ele usava um aparelho, acredito eu, para segurar a coluna. Sua camiseta tinha a silhueta do rosto do Bukowsky desenhada a mão. Afude pra caralho. Sinto sono e carrego nos ombros os pequenos prazeres que a vida oferece de abraço aberto. É bom registrar.
Que eu ainda sou bem moço prá tanta tristeza
Deixemos de coisa, cuidemos da vida.
Que eu ainda sou bem moço prá tanta tristeza
Deixemos de coisa, cuidemos da vida.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Teu caminhão atolou na minha areia.
Sou volúvel mesmo. Carrego o mundo nos ombros. Sou gulosa. Desastrada. Carinhosa, com os que se permitem aproximar. Nao me acho bonita. Me acho sexy. Acreditem: isso é muito melhor. Desaprendi como se dorme em cama de solteiro. Abro pequenas exceções. Sou intensa e indiscreta. Tenho poucos vícios. Chocolate, sexo, fumaça, vestidos, cinema. Meu corpo é frágil embora eu quase nunca fique doente. Tenho uns pequenos tremiliques, de vez em quando. Acham que pode ser neurológico, espiritual ou apenas frio. Pra mim é amor demais. Por tudo. Me acho bastante inteligente, porém preguiçosa. Poucas pessoas seguram a minha fidelidade. É que eu sei o que eu quero. Quero ser o que tu quer. Agüenta?
"somos arquietípicos,
ridículos, etéreos
e nunca comuns.
comuns são os casais,
nós não somos nada."
Fernanda Young
"somos arquietípicos,
ridículos, etéreos
e nunca comuns.
comuns são os casais,
nós não somos nada."
Fernanda Young
terça-feira, 3 de novembro de 2009
caixa de cartas #2
Oi. Oi não. Boa noite. Boa noite de chuva. Acabei de chegar em casa. Eu disse que eu não fumaria mais durante o dia, né? Pois é. Ainda não consigo controlar meus impulsos e nossa, vou te dizer: Nada como uma tarde chuvosa. Vim da casa do paulista. Eu já te falei sobre a casa dele? Parece que ele coleciona quinquilharias de todos os tipos. O quarto dele tem uma luz vermelha que penetra o corpo e desperta aquele meu lado que tu conhece melhor que ninguém. Acho que eu te escrevo querendo que tu me escute. Eu escuto Arnaldo Antunes e seguro a minha cabeça pra que ela não caia pra trás e pese o meu corpo ao encontro do colchão. É estranho essa coisa de estar perto e longe ao mesmo tempo – essa saudade de estar perto se longe, de estar mais perto se perto- . É como uma vertigem, um oásis, um teto de shiva. Acabei com um pote de uvas verdes sem caroço enquanto olhava as nossas fotos. Fiquei intrigada com a força que sai dos meus olhos enquanto te olhava. Tu gosta de uvas verdes? Engraçado eu ainda não saber isso, mas acho que nunca tivemos uma oportunidade para comermos uvas juntos. Mudando de assunto. Eu tava falando com a Ju e ela me falou sobre uma peça que estava em cartaz no rio de janeiro. Gostei do nome: Maquina de Abraços. Hoje era um dia que queria uma maquina dos teus abraços. Queria teu cheiro, tua saliva, teu avesso todo. Entendo que a faculdade seja importante. Importantíssima. Logo, me contento a te escrever. Pensando bem. É bom ter vontade. Estimula a imaginação. Algo talvez não muito necessário nas minhas condições atuais, mas, né. Enfim, vou tomar um banho, passar aquele perfume de limão, colocar uma calcinha preta e dançar na janela.
Estuda bastante. O entorno do tempo é o que o torna interessante.
Te beijo. Daquele jeito.
A.
Estuda bastante. O entorno do tempo é o que o torna interessante.
Te beijo. Daquele jeito.
A.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Aviso de utilidade pública
Em breve esse blog mudara de nome e de formato.
Ele acompanha minha evolução(enrolação)interna.
(ouvi um assovio na escuridão da rua. confundi teus olhos com os de um gato que corria assustado depois de beber o veneno da grama.)
tóxico.
escutem essa música.
Ele acompanha minha evolução(enrolação)interna.
(ouvi um assovio na escuridão da rua. confundi teus olhos com os de um gato que corria assustado depois de beber o veneno da grama.)
tóxico.
escutem essa música.
domingo, 25 de outubro de 2009
caixa de cartas #1
Volto a te escrever. Tentei algo em prosa e o que saiu foi um moralismo falso de quem tenta poetizar as (dores). Eu sei que tu me avisou, mas sinceramente, ainda não consigo entender essa de coisa de celibato emocional. Me soa falso. Coisa de gente aterrada. Subterrada. Não tô dizendo que tu seja assim. Tu é simplesmente conformado. Foi por isso que tu me despistou da tua vida, né? Eu era uma cachoeira e tu um cascalho. Mas enfim, não escrevo pra falar de nós. Quero falar de mim. De como eu quero sempre tanto e de como é difícil encontrar alguém tão, tão, tão... inadjetivado. Pois é, não sei explicar. Mas às vezes eu acho que eu exijo demais de todo mundo. Tu me disse, uma vez, que eu não podia cobrar o meu reflexo nos outros. Cumpro com os pés juntos e te reafirmo que eu aprendi. Não pressiono, não corro. Escabelo o meu coração mas fico na minha. O que vier é alegria. E eu fico alegre. Te lembra quando tu falou que eu não devia chorar na frente de homem? Pois, bem. Isso eu não cumpri. Mas pelo que senti, diferente de ti, ele não agrediu os meus olhos. escondeu o nervosismo com umas risadas simpáticas.
Bom, hoje é domingo. A gente costumava se falar aos domingos. Era o dia que tu entrava no computador a noite. Tu não entra mais e eu sei que é por conta dela. Eu fico feliz. Te juro. Tu sempre teve facilidade em encontrar pessoas estáveis. Tirando eu, claro.
Vou acabar por aqui, colocar alguma coisa nesse meu estômago dolorido e tentar dormir. Quando outra coisa entornar ou explodir eu te encaminho.
Cuida das tuas costas.
A.
Bom, hoje é domingo. A gente costumava se falar aos domingos. Era o dia que tu entrava no computador a noite. Tu não entra mais e eu sei que é por conta dela. Eu fico feliz. Te juro. Tu sempre teve facilidade em encontrar pessoas estáveis. Tirando eu, claro.
Vou acabar por aqui, colocar alguma coisa nesse meu estômago dolorido e tentar dormir. Quando outra coisa entornar ou explodir eu te encaminho.
Cuida das tuas costas.
A.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
carta para Caio F.
Caio,
Recebi as tuas cartas. Confesso que é intrigante a forma indivisível com que tu separas as palavras. Senti-me mergulhada. Mergulhada não. Afogada nos teus contra(versos). Engraçado é que eu consegui idiotizar todas as sobras que ainda beiravam meu corpo. Sabe Caio, ontem eu gozei como há muito tempo eu não gozava. Te ler, hoje, foi como apalpar todo essa energia tântrica. Sei lá, eu sei que tu acredita nessas coisas: Hemisfério sul, cannabis, Caetano, paz, amor e sexo. Achei que tu ia gostar de saber que eu to me endireitando. Endireitar?. Parece frase de professora primária. E eu sei que tu nunca gostou desse tipo de mulher que baba demais. Acho que é renovar. Transcender. Romper barreiras. Enfim. Com te combinar os ouvidos. O fato é que não dói mais pra respirar. Sim, tu tem razão, ainda sinto o pulmão ao ver maços de cigarro caminhando vazios pelas minhas gavetas. Mas hoje em dia fumar me é uma condição vital. Ah, eu esqueci de contar que ele fuma? Pois bem: ele fuma. Muito mais do que tu. Ele também não gosta de professoras primárias. Ele gosta de meias brancas e calcinhas pretas. Eu digo isso só pra ti, Caio. Acho necessário, saudável e extremamente justo. Afinal, tínhamos um combinado. Só me apaixonaria no momento em que tu te apaixonasse também. Mas agora? Fazer o que? Te faço engolir as perguntas depois de vomitá-las. Tu sempre soube que não seriamos apenas nós dois pra sempre. Agora sinto a cama cheia. E se te deixa mais tranqüilo, sigo tudo o que me disseste. Vou vivendo. Me bordando com essas ilusões bobinhas da vida moderna. É bom. Se não, pelo menos é confortante. Essa coisa de deixar o acaso agir. É genial. Mas meu bem, vou ficando por aqui. Se tu te alonga, eu nos encurto. Eu to bem. Se é isso que importa. Muito bem. Meu sorriso anda colando no rosto, meu corpo transborda um soro meio vermelho. Tem haver com aquilo de viver intensamente.
Te cuida. Enamora esse teu coração. Onde quer que tu esteja.
Te vejo no fim da perspectiva do meu horizonte.
Te aperto e te amoro.
A.
Recebi as tuas cartas. Confesso que é intrigante a forma indivisível com que tu separas as palavras. Senti-me mergulhada. Mergulhada não. Afogada nos teus contra(versos). Engraçado é que eu consegui idiotizar todas as sobras que ainda beiravam meu corpo. Sabe Caio, ontem eu gozei como há muito tempo eu não gozava. Te ler, hoje, foi como apalpar todo essa energia tântrica. Sei lá, eu sei que tu acredita nessas coisas: Hemisfério sul, cannabis, Caetano, paz, amor e sexo. Achei que tu ia gostar de saber que eu to me endireitando. Endireitar?. Parece frase de professora primária. E eu sei que tu nunca gostou desse tipo de mulher que baba demais. Acho que é renovar. Transcender. Romper barreiras. Enfim. Com te combinar os ouvidos. O fato é que não dói mais pra respirar. Sim, tu tem razão, ainda sinto o pulmão ao ver maços de cigarro caminhando vazios pelas minhas gavetas. Mas hoje em dia fumar me é uma condição vital. Ah, eu esqueci de contar que ele fuma? Pois bem: ele fuma. Muito mais do que tu. Ele também não gosta de professoras primárias. Ele gosta de meias brancas e calcinhas pretas. Eu digo isso só pra ti, Caio. Acho necessário, saudável e extremamente justo. Afinal, tínhamos um combinado. Só me apaixonaria no momento em que tu te apaixonasse também. Mas agora? Fazer o que? Te faço engolir as perguntas depois de vomitá-las. Tu sempre soube que não seriamos apenas nós dois pra sempre. Agora sinto a cama cheia. E se te deixa mais tranqüilo, sigo tudo o que me disseste. Vou vivendo. Me bordando com essas ilusões bobinhas da vida moderna. É bom. Se não, pelo menos é confortante. Essa coisa de deixar o acaso agir. É genial. Mas meu bem, vou ficando por aqui. Se tu te alonga, eu nos encurto. Eu to bem. Se é isso que importa. Muito bem. Meu sorriso anda colando no rosto, meu corpo transborda um soro meio vermelho. Tem haver com aquilo de viver intensamente.
Te cuida. Enamora esse teu coração. Onde quer que tu esteja.
Te vejo no fim da perspectiva do meu horizonte.
Te aperto e te amoro.
A.
sábado, 10 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
prefiro assim.
Estraga meu corpo que eu estrago tua alma.
Depois me come de quatro.
Que é pra eu não ter que consertar teus olhos.
Depois me come de quatro.
Que é pra eu não ter que consertar teus olhos.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
frases, letras e a falta de tempo.
Seria mentira dizer que ando sem tempo pra escrever. Fisicamente, tenho bastante. Meus pensamentos que resolveram entrar em curto circuito. Toda hora, todo minuto. Muito. Ando confusa. Confundida. Quase Convulsionada. Entro no tornado e me torno o entorno.
Li boas frases essa semana. Queria dividir. Elas e eu.
Se você sabe conviver com pessoas intempestivas, emotivas, vulneráveis, amáveis, que explodem na emoção: acolha-me. clarice lispectos
Não, meu bem, não adianta bancar o distante: lá vem o amor nos dilacerar de novo... Caio Fernando
O nosso medo de assumir riscos nos deixa viciado no depois. filme "se nada mais der certo"
Li boas frases essa semana. Queria dividir. Elas e eu.
Se você sabe conviver com pessoas intempestivas, emotivas, vulneráveis, amáveis, que explodem na emoção: acolha-me. clarice lispectos
Não, meu bem, não adianta bancar o distante: lá vem o amor nos dilacerar de novo... Caio Fernando
O nosso medo de assumir riscos nos deixa viciado no depois. filme "se nada mais der certo"
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