25 de jul de 2009

Fake Plastic Trees

Passei o dia estupidamente tensa. O frio em excesso faz com que todas as partes do meu corpo se controaíam. O Brasil não é preparado para dias assim. As pessoas que moram nas esquinas tentam se esquivar da fome e acabam por morrer de frio. O vinho não da conta. Nem abraços dão conta. Muito menos esses momentos nostálgicos que andam surgindo em meio as minhas atividades de lazer. As músicas, os cheiros, as formas das árvores.

tu dizia que queria morar no alto. e sentir que era possivel caminhar em cima de seus galhos.

Tu acredita que eu te vi em outro rosto? Um alguém desconhecido que roubou tua face e teu jeito. Ou será que eu nunca soube quem tu era? Em que momento a trilha perdeu o ritmo? Quando foi que deixamos de ser nós mesmos? Alguma vez fomos nós mesmos? Eu me pergunto isso tudo porque faz tempo. E o tempo mal curado encomoda como o final de cada episódio dessas séries que estão por comer meu cérebro. A vontade de saber o próximo, o próximo e o próximo. O nosso próximo não existe mais, não é mesmo?

Ctrl Alt Del.Rápido. Só abrir um outro arquivo e salvar na área de trablho.

Na verdade, agora já nem importa mais. Quer dizer. Claro que importa. Ou eu não estaria escrevendo sobre isso. O que eu quero dizer é que não perderei mais tempo pensando em algo que talvez nunca tenha existido própriamente.
Deve ter sido fruto das nossas mentes criativas.

Se bem que pode ser também paranóia com a proximidade do meu aniversário. Crise dos 20 anos.

Não percam os próximos cápitulos...



BAIXEM RADIOHEAD!

3 comentários:

Nóbrega disse...

Não sei se já leu, mas vale, pois me lembrei dele quando li seu post, "Satolep" do V. Ramil. Tem uma passagem linda onde ele diz que o frio geometriza as coisas, os relacionamentos... é lindo.
abraços

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Paula M. disse...

é crise dos 20 é foda hahaahaha