6 de out de 2008

Não falo de amor quase nada

Buu.
Ele aparece mais uma vez como uma assombração que não me deixa dormir.
As dúvidas seguem na minha cabeça como um despertador que insiste em tocar.

Abro e fecho os olhos rapidamente. Dessa vez eu prometi não aceitar tão facilmente. Ando descobrindo que as pessoas preferem se submeter aos seus próprios medos. Ou será que a nossa sociedade tem desensinado as pessoas a amar, a querer ser feliz. A lutar por isso.

Ter certeza do que se sente, nos dias de hoje, é pecado. Querer babar, amar, trepar, viajar , sonhar com alguém. Com um único alguém. Tem sido o problema da grande parte dos jovens. É verdade. Olhe na sua volta. É assim. E ponto.

Eu, sinceramente, não quero ser assim. Eu quero fazer o movimento inverso. O movimento dos que amam enlouquecidamente. Dos que choram, berram e se escabelam por amor. Eu quero. Fazer o que.

Não quer. Putz. Enquanto estiveres vivendo sua vida mediana,com seu amor mediano, eu estarei explodindo e transbordando de amor por ai. Até morrer. De tanto amor.

3 comentários:

miss_lioncourt disse...

adoro posts auto ajuda, todas temos um. e se for pra morrer que seja de amor.
to doente ja.
beijao

Shê disse...

Eu queeeero! Alguém tão louco e apaixonado quanto.

Marcelo Fontoura disse...

"Bota fim, Deus, a esse constrangimento injustificado, que faz com que as pessoas desistam de trepar e dar abraços, mesmo quando elas sabiam que isso seria necessário."