25 de mai de 2009

A vocês.

Escrever foi a forma que encontrei de me livrar e/ou entender certas turbulencias que de vez em tanto me aparecem. Sem nenhuma pretensão criei um blog. Talvez por moda. Talvez por ego. Depois de um tempo sem nome, resolvi chama-lo de saída de emergênica. Na hora do aperto é só abrir a porta e sair correndo. No meu caso, escrevendo. Aí, começei colocando as palavras de qualquer jeito, vomitando uma letra atrás da outra. Fui me dar conta que o x da questão não é o lugar que estão estas palavras e sim o que elas querem dizer. A velha e conhecida batalha entre forma e conteúdo. E o mais legal é quando tu te encontra no meio disso tudo. E as pessoas te encontram também. Aí é aquele falatório: comentários, linkar blogs amigos, contador de pessoas. E derepente tu te torna um e-scritora. O passo seguinte é se divertir com a imaginação alheia. Cheguei a pensar em legendar meus textos. Colocar asteriscos, ou notas de rodapé.

*Escrevi depois de uma depressão profunda.
*Escrevi na volta do Rio de Janeiro.
*Escrevi depois de um pé na bunda.
*Escrevi pro Joaozinho, pro Pedrinho, pro Luizinho.

E assim vai. Mas logo desisti da ídeia. É legal saber que amigos, inimigos, ex-namoradas, ex-namorados, loucas, obcecados, tarados e todo o tipo de gente que entra aqui, lê e tira a impressão que mais gosta, que mais lhe faz bem ou simplismente que sua capacidade criativa permite.

Enjoy.

3 comentários:

Mr. Rickes disse...

E como a minha primeira dose de vinho, me viciou. Entendo bem essa necessidade de escrever. Não vi o filme não. Mas se notares o poema não tem nada haver com o filme que é uma biografia.

0/

petit disse...

eu to smepre aqui...lendo...e pensando q tu tera um fim(ou comecos) bonito...todo mundo merece
gosto

Rafael disse...

Essa necessidade é algo que compartilhamos. Todos nós, alguns se entregam a ela, outros negam o que sentem, mas todos sentem.


Parabéns pelo blog, é interessantíssimo!